{"id":82,"date":"2018-07-31T20:45:22","date_gmt":"2018-07-31T20:45:22","guid":{"rendered":"http:\/\/times.ces.uc.pt\/?page_id=82"},"modified":"2021-02-11T15:08:00","modified_gmt":"2021-02-11T15:08:00","slug":"casos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/times.ces.uc.pt\/?page_id=82","title":{"rendered":"Casos"},"content":{"rendered":"<p>O projeto identificou e analisou modelos de empresas sociais em Portugal atrav\u00e9s do estudo de 15 casos.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/d\/embed?mid=1MVyzGCsmd262qftta5KJZSPQZ1Mc3VmE\" width=\"640\" height=\"480\"><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A <a href=\"http:\/\/www.abfamiliar.pt\/\"><strong>Benefic\u00eancia Familiar \u2013 Associa\u00e7\u00e3o de Socorros M\u00fatuos<\/strong><\/a>, sedeada no Porto, foi criada em 1877 e representa bem o movimento mutualista, tendo como pilares a entreajuda e a solidariedade e o estatuto de IPSS. Os indiv\u00edduos atrav\u00e9s da sua organiza\u00e7\u00e3o associativa garantem a presta\u00e7\u00e3o de uma s\u00e9rie de servi\u00e7os de seguran\u00e7a social e de sa\u00fade complementares aos do Estado Social prestados numa l\u00f3gica comunit\u00e1ria e suportados pelas contribui\u00e7\u00f5es dos membros. Estes servi\u00e7os constituem benef\u00edcios disponibilizados aos seus associados e associadas de outras organiza\u00e7\u00f5es da Economia Social. Est\u00e1 associada a uma caixa econ\u00f3mica &#8211; <strong>Caixa Econ\u00f3mica do Porto<\/strong> &#8211; fundada em 1905, cujos dividendos revertem a favor da Benefic\u00eancia.<\/p>\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.pronobis.pt\/\"><strong>Pro Nobis, C.R.L<\/strong><\/a>. \u00e9 uma cooperativa sedeada em Lisboa, e de abrang\u00eancia nacional, criada em 2014, com a forma legal de Cooperativa de Responsabilidade Limitada dos ramos da cultura e dos servi\u00e7os. Tem como objetivos prestar \u201cservi\u00e7os de cria\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o, execu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, promo\u00e7\u00e3o, divulga\u00e7\u00e3o e servi\u00e7os de apoio e media\u00e7\u00e3o\u201d (Estatutos). Oferece aos seus membros, trabalhadores f<em>reelancer<\/em> do setor art\u00edstico e cultural, caracterizado por elevados n\u00edveis de precaridade e deficiente enquadramento nos direitos sociais, uma solu\u00e7\u00e3o cooperativa \u00e0s exig\u00eancias fiscais e de seguran\u00e7a social subjacentes \u00e0s atividades que desenvolvem, permitindo o enquadramento destes trabalhadores no regime de seguran\u00e7a social dos trabalhadores por conta de outrem. \u00c9 \u00fanica em Portugal, tendo paralelo com a Smart Coop existente em 8 pa\u00edses europeus.<\/p>\n<p>A<a href=\"http:\/\/www.cercima.pt\/\"><strong> CERCIMA <\/strong>\u2013 Cooperativa de Educa\u00e7\u00e3o e Reabilita\u00e7\u00e3o do Cidad\u00e3o Inadaptado do Montijo e Alcochete, C.R.L<\/a><strong>. <\/strong>Criada em 1976, insere-se no movimento das CERCI. Presta servi\u00e7os em diferentes dom\u00ednios de interven\u00e7\u00e3o para capacitar pessoas com diversidade funcional na defesa do direito da igualdade de oportunidades. Foi reconhecida como entidade de utilidade p\u00fablica em 1983 e \u00e9 equiparada a Institui\u00e7\u00e3o Particular de Solidariedade Social (IPSS) desde 1999. Ao longo do tempo as suas respostas foram-se evoluindo articuladas \u00e0 pr\u00f3pria evolu\u00e7\u00e3o do ciclo de vida das pessoas com defici\u00eancia e \u00e0 evolu\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas p\u00fablicas neste dom\u00ednio. O <strong>Movimento DansasAparte<\/strong> \u00e9 uma iniciativa inovadora no campo da integra\u00e7\u00e3o social pela arte e que ilustra a perspetiva de integra\u00e7\u00e3o social das pessoas com defici\u00eancia e abertura da organiza\u00e7\u00e3o \u00e0 comunidade, tornando-se, por isso, um ponto de refer\u00eancia da CERCIMA na comunidade local.<\/p>\n<p>A <a href=\"http:\/\/www.moinhodajuventude.pt\/\"><strong>Associa\u00e7\u00e3o Cultural Moinho da Juventude<\/strong><\/a> define-se como um projeto comunit\u00e1rio que tem o objetivo de envolver nas suas atividades a vizinhan\u00e7a do bairro da Cova de Moura. A iniciativa nasceu no in\u00edcio dos anos oitenta a partir da iniciativa de um grupo de vizinhos do Bairro e a sua capacidade cresceu notavelmente. Foi constitu\u00edda legalmente em 1987 e teve o estatuto de IPSS em 1989.\u00a0 O objetivo principal \u00e9 a melhoria das condi\u00e7\u00f5es de vida do Bairro, atrav\u00e9s do fornecimento de servi\u00e7os contratualizados pelo Estado na parte de IPSS e o trabalho de apoio no campo dos direitos de cidadania e direitos humanos e reconhecimento cultural dos afrodescendentes e imigrantes residentes do Bairro, na parte de Associa\u00e7\u00e3o de Imigrantes. Al\u00e9m disso, \u00e9 evidente o objetivo de desenvolvimento local e comunit\u00e1rio, baseado na valoriza\u00e7\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o de recursos principalmente end\u00f3genos. O seu <strong>projeto Sabura<\/strong>, visa abrir as portas do Alto da Cova da Moura e dar a conhecer a hist\u00f3ria e a riqueza cultural do Bairro a pessoas de fora do Bairro e, simultaneamente, promover os micro-neg\u00f3cios locais, levando os visitantes consumir no Bairro.<\/p>\n<p>A <a href=\"http:\/\/adsccl.pt\/microninho.html\"><strong>Associa\u00e7\u00e3o de Desenvolvimento Social e Cultural dos Cinco Lugares (ADSCCL) <\/strong><\/a>\u00e9 uma associa\u00e7\u00e3o da Lous\u00e3, reativada por iniciativa da atual Secret\u00e1ria-Geral em 2009 e reconhecida como IPSS em 2013. Desenvolve a sua atividade num territ\u00f3rio rural de baixa densidade, com elevado envelhecimento populacional, dificuldade de acesso ao emprego e de acesso a bens e servi\u00e7os. Conforme enunciado na sua p\u00e1gina, a sua miss\u00e3o \u00e9 \u201cPromover a cria\u00e7\u00e3o de respostas sociais inovadoras que contribuam para a inclus\u00e3o e desenvolvimento local sustent\u00e1vel, com o principal enfoque na inclus\u00e3o social de pessoas em situa\u00e7\u00e3o efetiva ou potencial, de exclus\u00e3o ou vulnerabilidade social.\u201d Entre os seus projetos destaca-se o <strong>Microninho &#8211; Incubadora Social<\/strong>, uma incubadora de microempreendedorismo inclusivo para pessoas em situa\u00e7\u00e3o de desvantagem que se encontra em dissemina\u00e7\u00e3o em mais tr\u00eas concelhos (Condeixa-a-Nova, Penela e Vila Nova de Poiares) com o apoio do Portugal \u2013 Inova\u00e7\u00e3o Social.<\/p>\n<p>A<a href=\"http:\/\/kairos-acores.pt\/\"><strong> Kair\u00f3s &#8211; Cooperativa de Incuba\u00e7\u00e3o de Iniciativas de Economia Solid\u00e1ria CRL <\/strong><\/a>surgiu, em 1995, a partir de um movimento de centros sociais paroquiais envolvidos num trabalho de interven\u00e7\u00e3o social de luta contra a pobreza e a exclus\u00e3o social em comunidades empobrecidas dos A\u00e7ores, para encontrar respostas diferentes das tradicionais \u00e0 falta de oportunidades de integra\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho. Tem como principal miss\u00e3o desenvolver atividades com vista \u00e0 incuba\u00e7\u00e3o de iniciativas de economia solid\u00e1ria e de empresas de inser\u00e7\u00e3o no \u00e2mbito do mercado social de emprego dos A\u00e7ores, um ecossistema de empresas sociais muito singular no contexto portugu\u00eas, caracterizado por uma significativa vitalidade das empresas sociais da economia solid\u00e1ria. Entre as suas empresas de inser\u00e7\u00e3o destaca-se a <strong>Cozinha Kair\u00f3s<\/strong>, a <strong>BioKair\u00f3s<\/strong> e a <strong>K Bike<\/strong>, entre outras iniciativas, significando que 1\/3 dos seus\/suas 142 trabalhadores\/as contratados a tempo integral s\u00e3o tamb\u00e9m benefici\u00e1rios\/as.\u00a0 Desenvolve tamb\u00e9m a sua a\u00e7\u00e3o na cria\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o de respostas da \u00e1rea da solidariedade e da a\u00e7\u00e3o social, intervindo na comunidade numa perspetiva de desenvolvimento local e da coes\u00e3o territorial. \u00c9 uma cooperativa multissectorial atuando nos setores dos servi\u00e7os, produ\u00e7\u00e3o, comercializa\u00e7\u00e3o, cultura, ensino e solidariedade social e \u00e9 reconhecida como IPSS desde 2000.<\/p>\n<p>O <a href=\"http:\/\/www.casci.pt\/)\"><strong>Centro de A\u00e7\u00e3o Social do Concelho de \u00cdlhavo (CASCI)<\/strong> <\/a>\u00e9 uma associa\u00e7\u00e3o do Concelho de \u00cdlhavo, criada em 1981 com a forma legal de associa\u00e7\u00e3o de solidariedade social e registada como IPSS, a partir da iniciativa de um conjunto de cidad\u00e3os para dar resposta a problemas sociais em territ\u00f3rios com grande preval\u00eancia de situa\u00e7\u00f5es de pobreza e no contexto da constru\u00e7\u00e3o do Estado social em Portugal. Atua nas \u00e1reas da a\u00e7\u00e3o social,\u00a0acolhimento e\u00a0reabilita\u00e7\u00e3o. A miss\u00e3o inicial de orienta\u00e7\u00e3o para as popula\u00e7\u00f5es mais vulner\u00e1veis continua a estar presente na organiza\u00e7\u00e3o hoje, a despeito do seu consider\u00e1vel crescimento. A sua resposta <strong>Centro de Emprego Protegido (CEP)<\/strong>, que nasceu com o Mercado Social de Emprego, possui 5 unidades de produ\u00e7\u00e3o onde trabalham 42 pessoas com defici\u00eancia, integradas nos quadros de pessoal da organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A Cooperativa de responsabilidade Limitada (CRL) <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/Deliciosas-Diferen\u00e7as-Page-946965775470259\/\"><strong>Deliciosas Diferen\u00e7as<\/strong><\/a> \u00e9 uma cooperativa de pessoas portadoras de doen\u00e7a mental grave e profissionais, nascida em 2017, a partir de um projeto desenvolvido por profissionais na APPACDM (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Pais e Amigos do Cidad\u00e3o Deficiente Mental) de Soure. Apresenta como principal foco de interven\u00e7\u00e3o o combate \u00e0 dificuldade de integra\u00e7\u00e3o social, ocupacional e laboral e o combate \u00e0 exclus\u00e3o social de pessoas com doen\u00e7a mental, e pretende possibilitar o pleno desenvolvimento e acesso destas pessoas a todos os recursos da comunidade. Desenvolve atividades produtivas e de servi\u00e7os, nomeadamente de <em>catering<\/em> e de resid\u00eancia comunit\u00e1ria, envolvendo pessoas em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade, apoiada pelas t\u00e9cnicas, que s\u00e3o tamb\u00e9m membros da Cooperativa.<\/p>\n<p>O<strong><a href=\"https:\/\/chapito.org\/\"> Chapit\u00f4<\/a>, <\/strong>suportado legalmente pela associa\u00e7\u00e3o Coletividade Cultural e Recreativa de Santa Catarina, orienta-se, desde a sua g\u00e9nese, em 1981, para as crian\u00e7as e jovens desfavorecidos atrav\u00e9s de metodologias inovadoras de inclus\u00e3o social centradas nas artes do circo que a sua fundadora, Teresa Ricou, em conjunto com um grupo de artistas, desenvolveu. O Chapit\u00f4 afirma-se como uma entidade de anima\u00e7\u00e3o, forma\u00e7\u00e3o, cultura e arte altamente reconhecida a n\u00edvel nacional e internacional pelo trabalho desenvolvido nestas diversas vertentes. O projeto est\u00e1 ancorado numa l\u00f3gica da economia social desenvolvendo atividades com finalidade de gera\u00e7\u00e3o de rendimentos que permitam a gest\u00e3o sustent\u00e1vel da organiza\u00e7\u00e3o onde se inclui, por exemplo, a produ\u00e7\u00e3o e anima\u00e7\u00e3o cultural e um restaurante.<\/p>\n<p>A orienta\u00e7\u00e3o da <a href=\"http:\/\/www.coopernico.org\"><strong>Coop\u00e9rnico \u2013 Cooperativa de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel, CRL<\/strong><\/a>, \u00e9 em dire\u00e7\u00e3o do desenvolvimento sustent\u00e1vel atrav\u00e9s da produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de energias renov\u00e1veis. Foi fundada no ano de 2012, como cooperativa de servi\u00e7os, a partir da iniciativa de um conjunto de cidad\u00e3os, sendo ainda a \u00fanica, cooperativa de energias renov\u00e1veis em Portugal. As atividades da Coop\u00e9rnico incluem a produ\u00e7\u00e3o de energia renov\u00e1vel, atrav\u00e9s da instala\u00e7\u00e3o de pequenas unidades de produ\u00e7\u00e3o com pain\u00e9is fotovoltaicos nos telhados de organiza\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e da economia social, a comercializa\u00e7\u00e3o de energia e atividades de informa\u00e7\u00e3o e sensibiliza\u00e7\u00e3o no campo das energias renov\u00e1veis e, mais genericamente, do ambiente.<\/p>\n<p>A <a href=\"https:\/\/mingamontemor.pt\/\"><strong>Cooperativa Integral Minga<\/strong><\/a> possui na sua designa\u00e7\u00e3o a sua filosofia principal: \u201cMinga significa minguar no sentido de decrescimento\u201d. Concebe-se como uma plataforma de converg\u00eancia e de transi\u00e7\u00e3o para uma economia mais limpa, justa e ligada \u00e0s pessoas e opera num territ\u00f3rio de baixa densidade, orientando-se para o desenvolvimento desta comunidade e para o apoio aos pequenos produtores. Tem a sua origem num F\u00f3rum de Cooperativas que foi realizado em Dezembro de 2014, em Montemor-o-Novo. \u00c9 uma cooperativa multissectorial que desenvolve atividades nos ramos comercializa\u00e7\u00e3o, habita\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e servi\u00e7os. Tem como objetivo principal facilitar o acesso a tudo que \u00e9 essencial ao viver, desde a produ\u00e7\u00e3o e consumo \u00e0 habita\u00e7\u00e3o e energia. Cada membro da Minga \u00e9, portanto, um \u201cprosumidor\u201d: tanto pode produzir como consumir nos diferentes ramos da cooperativa (site). A sua orienta\u00e7\u00e3o, funcionamento e pr\u00e1ticas de governa\u00e7\u00e3o evidenciam a sua orienta\u00e7\u00e3o e abertura \u00e0 comunidade de Montemor-o-Novo.<\/p>\n<p>A <a href=\"http:\/\/www.coloradd.net\"><strong>ColorADD <\/strong><\/a>surgiu em 2010 como sociedade comercial por quotas de responsabilidade limitada, Miguel Neiva e Associados &#8211; Design Gr\u00e1fico, Lda, para tornar acess\u00edvel a todas as pessoas do mundo o c\u00f3digo de Identifica\u00e7\u00e3o da Cor ColorADD, um c\u00f3digo universal de identifica\u00e7\u00e3o de cores para pessoas dalt\u00f3nicas, inventado pelo seu fundador, Miguel Neiva. A MNA, administrada e representada por Miguel Neiva, det\u00e9m a propriedade intelectual do c\u00f3digo e possui uma vertente lucrativa e outra n\u00e3o lucrativa. . Complementarmente \u00e0 empresa existe a Associa\u00e7\u00e3o <strong>ColorADD Social<\/strong>, criada em 2012, que tem como objetivo principal de \u201cpromover a integra\u00e7\u00e3o social e a assist\u00eancia em particular \u00e0s pessoas portadoras de cegueira para a cor\u201d (Estatutos), fazendo rastreios de daltonismo e ensinando o C\u00f3digo nas escolas, atrav\u00e9s do projeto ColorADD nas Escolas. A primeira vende a licen\u00e7a do c\u00f3digo (<em>license utilizations<\/em>) a empresas e entidades p\u00fablicas, sendo que o pre\u00e7o varia em fun\u00e7\u00e3o do volume de neg\u00f3cios da empresa ou dimens\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o. A segunda cede o c\u00f3digo <em>pro bono (<\/em><em>Pro-bono Licensing System<\/em>) para fins educativos, disponibilizando o c\u00f3digo para escolas e universidades, atrav\u00e9s de um protocolo assinado com o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e Ci\u00eancia As duas entidades est\u00e3o conectadas num modelo de neg\u00f3cios que procura promover a miss\u00e3o social de diminuir as barreiras comunicacionais para as pessoas dalt\u00f3nicas.<\/p>\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.herdadedofreixodomeio.pt\/\"><strong>Herdade do Freixo do Meio<\/strong><\/a> \u00e9 uma herdade de 440 hectares no Alentejo que come\u00e7ou, nos anos 90, a ser gerida numa perspetiva de \u201cbem-comum\u201d, ecol\u00f3gica e comunit\u00e1ria, com objetivos objetivos ambientais, comunit\u00e1rios e de desenvolvimento local. Baseia-se numa \u00e9tica agroecol\u00f3gica e recorre ao agroecossistema do Montado na sua explora\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria. \u00c9 uma entidade multifuncional, com setores de atividade diversos e integrados. Est\u00e1 ligada \u00e0 hist\u00f3ria pessoal e familiar do atual presidente da Sociedade An\u00f3nima do Freixo do Meio (SAFM) e\u00a0empreendedor social deste projeto Alfredo Sendim e da <strong>Cooperativa de Usu\u00e1rios do Freixo do Meio, Crl<\/strong>, uma cooperativa multissectorial, incluindo os ramos de consumo, servic\u0327os (produtores\/utentes), agri\u0301cola, comercializac\u0327a\u0303o, habitac\u0327a\u0303o e construc\u0327a\u0303o. Encontra-se num processo de transi\u00e7\u00e3o de um modelo empresarial para um modelo cooperativo. A cooperativa conta com 30 cooperadores, ou co-produtores, que, segundo o website \u201cinteragem com o ecossistema\u201d na produ\u00e7\u00e3o de perto de 200 alimentos.\u00a0A distribui\u00e7\u00e3o \u00e9 feita atrav\u00e9s de um programade Community Supported Agriculture (CSA) <strong>&#8211; Partilhar as Colheitas<\/strong>, de uma loja online, e por duas lojas f\u00edsicas, uma na Herdade e outra no Mercado da Ribeira em Lisboa.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/oteatrao.com\/\"><strong>O Teatr\u00e3o<\/strong><\/a> \u00e9 uma companhia de teatro conimbricense com sede na Oficina Municipal de Teatro com a forma jur\u00eddica de Associa\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos. O Teatr\u00e3o surgiu da iniciativa de um conjunto de cidad\u00e3os, em 1994, como companhia direcionada para o publico infantil sendo hoje uma estrutura multifacetada que desenvolve trabalho de cria\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o teatral, forma\u00e7\u00e3o, programa\u00e7\u00e3o cultural e interven\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria, abrangendo um publico bastante variado em termos et\u00e1rios e socioecon\u00f3micos. Desenvolve trabalho na \u00e1rea da cultura com uma dimens\u00e3o de interven\u00e7\u00e3o sobre os problemas sociais e societais das comunidades e vizinhan\u00e7a, com uma dimens\u00e3o inovadora no seu processo criativo e art\u00edstico mas tamb\u00e9m na sua resposta aos problemas sociais: \u201cO teatro e a arte em geral t\u00eam uma fun\u00e7\u00e3o de intervir na sociedade, de criar indiv\u00edduos ativos, capazes de questionar o seu mundo e de intervir sobre ele ativamente\u201d (Facebook).<\/p>\n<p>O <a href=\"https:\/\/vintageforacause.pt\/\"><strong>Vintage for a Cause<\/strong><\/a> \u00e9 um projeto promovido pela Associa\u00e7\u00e3o de A\u00e7\u00e3o Social &#8211; 1000 Rostos, que promove tamb\u00e9m o projeto associado From Granny to Trendy. O Vintage for a Cause \u00e9 uma marca de roupa que produz pe\u00e7as de vestu\u00e1rio com \u00a0lixo, desperd\u00edcio t\u00eaxtil e roupa usada.\u00a0A marca reutiliza estes materiais para a cria\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as exclusivas assinadas por designers produzindo um produto de qualidade e \u00a0minimizando o impacto da ind\u00fastria da moda no ambiente (Jornal T). O processo de produ\u00e7\u00e3o envolve os designers convidados e \u00a0costureiras s\u00e9nior sinalizadas em workshops gratuitos realizados no \u00e2mbito do From Granny to Trendy. O emprego destas costureiras procura tamb\u00e9m servir de estrat\u00e9gia de promo\u00e7\u00e3o do o envelhecimento ativo e de capacita\u00e7\u00e3o de mulheres acima dos 50 fora da vida ativa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O projeto identificou e analisou modelos de empresas sociais em Portugal atrav\u00e9s do estudo de 15 casos. &nbsp; A Benefic\u00eancia Familiar \u2013 Associa\u00e7\u00e3o de Socorros M\u00fatuos, sedeada no Porto, foi criada em 1877 e representa bem o movimento mutualista, tendo como pilares a entreajuda e a solidariedade e o estatuto de IPSS. 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